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REPARAÇÃO DE SISTEMAS

O código que já ninguém entende

Um fornecedor que desapareceu, um programador que saiu sem documentação, uma stack acumulada projeto após projeto sem plano de conjunto: auditamos o que já existe, identificamos o que está realmente avariado ou em risco, estabilizamos primeiro o que ameaça a atividade, e documentamos para que a próxima pessoa — você, a sua equipa, ou nós — não tenha de adivinhar.

Não reescrevemos tudo por reflexo

O primeiro instinto, muitas vezes, é querer recomeçar do zero. Raramente é a resposta certa: uma reescrita total multiplica o risco, o custo e o tempo, e o sistema existente costuma funcionar melhor do que parece quando é realmente compreendido. Começamos sempre pela auditoria, nunca pelo teclado.

Como funciona, na prática

1. Auditamos antes de mexer em qualquer coisa

O que funciona, o que é frágil, o que é realmente perigoso — um diagnóstico completo, sem julgar o que já existe.

2. Estabilizamos o que ameaça a atividade

Nem tudo o que é 'feio' é urgente: priorizamos o que realmente pode causar perda de dados ou uma falha.

3. Documentamos enquanto reparamos

Cada alteração fica explicada, não só aplicada — para que a próxima pessoa não tenha de adivinhar.

4. Recuperamos, sem quebrar tudo

Reescrita total só quando realmente se justifica — nunca por reflexo.

O que fazemos, na prática

Auditoria técnica completa

Auditoria técnica completa: o que funciona, o que é frágil, o que é perigoso.

Estabilização direcionada

Estabilização direcionada do que realmente ameaça a atividade (segurança, perda de dados, falhas recorrentes).

Documentação escrita

Documentação escrita para que o sistema sobreviva à nossa saída.

Recuperação progressiva

Recuperação progressiva, sem reescrita total quando não se justifica.

Já em funcionamento, em negócios reais

Não é uma demo isolada: a mesma disciplina de auditoria e documentação corre por trás de vários negócios reais.

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