EY: 75% do valor da IA agêntica perde-se entre silos — não dentro deles
Embora 88% dos colaboradores já usem IA, apenas 28% das organizações conseguem transformar isso em resultados de negócio reais, segundo a EY. A causa: a IA opera dentro de cada área, mas o valor real está em coordenar entre áreas.
O relatório é honesto sobre uma falha que quase ninguém resolve bem: "governança episódica, não contínua", e protocolos de escalonamento/exceção pouco definidos, mesmo quando a empresa já diz ter "humano no ciclo".
A favor para a AppH
- Confirma exatamente o problema que o AppManager ataca: coordenação entre áreas (vendas, pedidos, faturação, CRM) numa só cadeia, não ilhas separadas.
- Dá-nos um vocabulário mais preciso para vender bem: não "temos humano no ciclo" de forma genérica, mas pontos de aprovação explícitos e documentados por fluxo.
Contra / risco
- O próprio relatório avisa que dizer "humano no ciclo" sem protocolos de escalonamento concretos é governança de fachada — um risco real se não formos específicos com cada cliente.
- O caso de sucesso citado (2,4 mil milhões USD, automóvel) é de uma empresa muito maior que os nossos clientes típicos — o número não é comparável, só o padrão.
Opinião AppH: este relatório lê-se quase como uma crítica direta a como o mercado usa "human in the loop" sem definir o escalonamento real. Obriga-nos a documentar, para cada cliente, em que passo exato um humano intervém e o que acontece se algo correr mal — não só afirmá-lo no site.
Revisado por um humano da AppH